domingo, 24 de janeiro de 2010

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Aproveitamento Ambiental: provoque-se!

Recentemente, voltei a entrar em contato com informações a respeito duma novidade em destinação de resíduos sólidos; o nosso lixo do dia a dia. Trata-se da transformação deste lixo em energia. Algo além do uso do metano produzido com a decomposição dos resíduos. Mais uma maneira de reduzir o montante de resíduos descartáveis produzido, poupando os recursos naturais.

Neste contexto eu me pergunto e lanço uma questão a você também: Até que ponto somos realmente aproveitadores ambientais?

Certamente - e eu diria infelizmente - muitos tomaram a existência deste novo método como mais um argumento - talvez não explícito - para deixar de fazer a sua parte. Mas esperar o quê de uma sociedade que vê um cientista expondo nas mídias sua teoria de esfriamento global ao invés de aquecimento, como aconteceu há poucas semanas? Não o critico; contudo, junto a isso foi lançada uma proposição arriscada: as mudanças climáticas que estão ocorrendo não são resultado das ações humanas sobre a Terra. Que bom se isto for verdade, mas...

... vamos com calma, né não? Afinal, para aqueles que pouco se importam com os outros (e com o planeta), basta um “ai” para justificarem suas más ações pró-ambientais e/ou a inexistência delas.

Não é inteligente esquecermos que novos métodos de se tratar um problema não nos autorizam a continuar agindo de modo irresponsável e alienado. Sendo assim, ótimo que os cientistas e pesquisadores que têm o problema dos resíduos como foco de suas atividades descobriram um novo destino produtivo ao lixo que produzimos. Contudo, certamente há um limite e indispensavelmente precisamos continuar a fazer a nossa parte:

Gastar o necessário, viver em equilíbrio, sem exageros ou extremismos de nenhum lado.

Texto e ideia por Paullo Phirmo
Foto por Rogério Alvarenga

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